O valor da vida acadêmica no mercado de trabalho

Analisando hoje uma apresentação de um amigo, João Borges, atualmente professor na UFRN, sobre “A Influência da Pesquisa Cientca na Carreira Docente” chegando ao fim da apresentação me deparei com uns dados importantes sobre como o mercado anda absorvendo profissionais pesquisadores. Isso porque gostaria de compartilhar com vocês algumas informações.

Para mim o interessante foi a discrepância que existe desde 2009 até o ano passado (2014) como é possível observar no próprio título dos artigos nas matérias, “Menos de 2% dos doutores vão para a indústria, diz estudo“(http://goo.gl/314NrT) e “Empresas recrutam pós-doutores para inovar” (http://goo.gl/pDHwmk).

Em 2009, 10 mil doutores eram formados por ano no Brasil, e dos 26 mil doutores empregados, 1,9% estavam na atuando nas indústrias, 66% no meio acadêmico e 18% no setor público, ainda assim colocando o Brasil na 13ª posição de produção de artigos. Em meados de 2013 a CAPES concedeu mais de 6 mil benefícios para o prós-doutorado e a FAPESP mais de 8 mil bolsas de pós-doc. Isso porque a busca por inovação na indústria se faz necessário para ultrapassar certos obstáculos no mercado.

Esse panorâma deve nos fazer ao menos refletir sobre alguns tópicos como:

O que podemos fazer para trazer estímulos do comércio e da indústria para dentro das instituições de ensino superior ou como aproximar academia e mercado de trabalho cada vez mais trazendo inovação e aparição de novos produtos no mercado?

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